Aproveite o melhor do Portal Cris Menegon! Mantenha seu Navegador sempre atualizado. Baixe o Internet Explorer 9
  • 22359388 1971730913104259 510698593 n
  • bm3 comunica

  • novobm3

bm3 comunica
Encontre no portal
ARTIGOS
Publicado por Cris Menegon Sex, 16 de Junho de 2017 08:55

maldaner456

 

A precariedade em que se encontram as principais rodovias da região extremo oeste catarinense tem tirado meu sono. Os buracos que já existiam em vários trechos das rodovias se multiplicaram em função do tráfego intenso e das fortes chuvas do último mês. Em alguns trechos, os motoristas se obrigam a realizar uma verdadeira dança sobre a pista para tentar desviar de algum dos vários buracos. O prazo de validade da rodovia BR 282 já se esgotou, alias ultrapassou os limites de durabilidade. O trecho de Chapecó a São Miguel do Oeste nunca recebeu investimentos.

 

É muito tempo sem restauração e recuperação, apenas operações tapa buracos com empresas aventureiras que quebram e abandonam as obras e nós ficamos a ver navios. Vale advertir que geralmente o material de péssima qualidade utilizado nestas operações é preparado na beira da pista com pó de asfalto e pinche, que com a primeira chuva os buracos se abrem novamente. Tivemos experiências de obras com a Rodocom do Rio de Janeiro, Consórcio Continental, Empresa Mafrense e agora com LCM de Minas Gerais tapando os buracos que logo voltam a se abrir.

 

Fiz um movimento para incluir a rodovia no PAC e foi incluída, mas os investimentos não aconteceram. Deste modo, a bancada catarinense destinou uma emenda de R$ 150 milhões para o projeto das obras de restauração tendo sido dividido em dois lotes para facilitar os trabalhos, mas infelizmente dificultaram mais. O primeiro lote, que compreende os trechos entre Chapecó e Ponte Serrada já foi licitado, contrato assinado e as máquinas estão na pista. No segundo lote que está à contratação do trecho de Chapecó a São Miguel do Oeste, com inclusão das travessias de Nova Erechim, Pinhalzinho e Maravilha, teve empresas desclassificadas e processos judiciais que vem alongando o prazo e prejudicando muito a nossa região, causando prejuízos e acidentes fatais, atrasando no mínimo em um ano as obras.

 

Vale destacar ainda que o trecho de 60 km da BR 158 que divide os estados de SC e Rio Grande do Sul, de Iraí até o entroncamento da BR 282 em Maravilha está incompleto. Faltam 20 km para ligar os três estados do Sul. Infelizmente temos um histórico de mais de 40 anos de cobranças e nada deste projeto.

 

A BR 163 não é diferente. Uma matéria do Jornal o Líder deste final de semana aborda que entre os anos de 2013 e 2017 a reportagem perdeu as contas de quantos registros falaram sobre as condições de precariedade da rodovia no trecho entre São Miguel do Oeste e Dionísio Cerqueira, onde a Empresa Sul Catarinense entrou em recuperação judicial e está retomando as obras em câmara lenta.

 

Há previsão da federalização do trecho de São Miguel do Oeste à Itapiranga, porém o projeto não sai porque o Governo do Estado não entregou ainda o inventário completo de estudo de faixa de domínio.


Aliás, o Governo do Estado também abandonou o Extremo Oeste, as ADRS não tem orçamento nem para manutenção de suas estruturas, a exemplo de Palmitos que quando chove, molha tudo dentro da gerência da educação e o órgão não tem orçamento de RS 40.000,00 para impedir a chuva de fazer estrago no local de trabalho.

 

Somos em cinco deputados federais da região e não conseguimos nem um tapa buracos para o acesso ao Município de Princesa. Tenho vergonha e me sinto constrangido de tanto cobrar. Até o Ratinho veio ao Município com interesse comercial e se apavorou chamando a atenção do governo para a situação das estradas. Temos que fazer um levante, trazer a TV, interditar as BRs? Nossa paciência está se esgotando, basta de abandono com a região que mais se produz alimentos. Atendendo um pedido meu, o Diretor Geral do DNIT iria para Chapeco, Maravilha e São Miguel do Oeste no próximo dia 19 para ver in loco a situação das rodovias, porém pela importância do assunto o Ministro Mauricio Quintela virá junto, alterando a data para o dia 3 de julho. Vamos aguardar até dia 03 para se concretizar essa ida ao Extremo Oeste Catarinense e verificar in loco as rodovias. Chega de conversa, precisamos de atitudes concretas para resolver este descaso com nossa região.

 

Por Celso Maldaner – deputado federal – PMDB/SC
Discurso proferido na Tribuna da Câmara no dia (13/06/2017)


Atualizado em Sex, 16 de Junho de 2017 10:52
 
Publicado por Cris Menegon Sáb, 03 de Setembro de 2016 08:31

A constituição brasileira é extremamente confusa. Podemos interpretar cada artigo e o choque dos artigos é constante. Certamente o povo deveria derrubar essa constituição. O povo é soberano.

 

Um exemplo claro da constituição está no artigo primeiro que fala em união indissolúvel dos estados. Temos o artigo quinto de livre expressão e manifestação dos pensamentos, da mesma maneira do artigo quarto de autodeterminação dos povos. A lei de segurança nacional de 1982 é atual, o Brasil não deve ser ameaçado por qualquer tipo de grupo armado.

 

De acordo com o exemplo do parágrafo anterior, não deve existir uma dupla interpretação. Tudo é permitido nesses aspectos da constituição, nenhuma repressão deve ser aplicada aos que façam ou queiram fazer uso do artigo quarto e quinto. Quanto a união indissolúvel dos estados é utópico respeitar diante direitos internacionais que servem de ponto de apoio. A lei de segurança nacional é neutralizada quando movimentos separatistas pacíficos e democráticos estão mobilizados.

 

Agora é preciso dar um exemplo mais abrangente sobre essa constituição ultrapassada, que é "usada" por uma federação que nunca dará certo. O poder central que é um ladrão dos direitos de todos os cidadãos deve ser sufocado. Em 2016 tivemos a retirada de uma presidente, o processo de impeachment está previsto no artigo 52 da constituição federal. Apesar dos gritos de golpe, o senado decidiu afastar a presidente. Na sequência e claramente descrito nesse artigo, a presidente estava condenada a inabilidade para funções públicas. A defesa recorreu para uma segunda votação e nessa interpretação errônea, e arbitraria, a então presidente foi destituída do cargo, o problema é que manteve o direito a exercer funções públicas.

 

Alguns senadores que viram um crime para decidirem pela expulsão da presidente, optaram em manter a presidente no meio público. É evidente que grande parte desse grupo de articuladores políticos é corrupto e usa como massa de manobra para eles próprios todas as decisões. O povo que elegeu não é mais soberano e os eleitos decidem o que é melhor para os próprios interesses.

 

A saída mais sábia está em separar o Brasil. O povo deve marchar e erguer uma nova bandeira em cada canto ao sul do mundo. Uma confederação municipalista é a solução proposta por um grande grupo de sulistas que são separatistas. Quem é pacífico que procure um movimento separatista legalmente constituído, quem quer um futuro melhor para si mesmo e para os seus filhos ou netos, que compactue dos ideais propostos pelo movimento "O sul é o meu país". A constituição brasileira provou por diversas vezes uma completa junção do interesses de poucos privilegiados, de quem representa a falência da ética no Brasil.

 

* Escritor Joacir Dal Sotto, autor do livro "Curvas da Verdade" e secretário na comissão de Lages (SC) do movimento "O sul é o meu país".

 
Publicado por Cris Menegon Sáb, 27 de Agosto de 2016 09:25

Está chegando a hora do povo decidir através do voto. As eleições municipais estão mais perto do cidadão, é através desse ato que executivo e legislativo proporcionam ganhos ou perdas. É certo que grande parte do eleitorado é guiado por interesses pessoais ou pelo gasto excessivo por parte de alguns candidatos. Muitos vereadores querem a vitória e o executivo fica para segundo plano.

 

Quando surgem três candidatos para um cargo do executivo é melhor para o povo participativo que busca pela melhor opção. O primeiro sinal de transformação na política está visível, é a descrença nos próprios políticos. Agora é o momento adequado de voltar a acreditar em novas figuras de um velho cenário político. Quem está limpo para o executivo ou legislativo não é comprado, não é parte de uma coligação que já começa devendo favores.

 

Cada candidato de boa índole e bom projeto de administração pública, carrega consigo uma mensagem de visão micro e macro. É evidente que quanto mais estudos na área política, muito mais chances nascem para a execução ou fiscalização da obra pública. A boa oratória é parte do melhor prefeito possível e abre portas independentemente do cenário. Quem muito gasta em uma campanha, pouco retorno prático trará ao município.

 

A saída está sendo apresentada nos debates e propagandas que são intensificadas até o dia da votação. Os fracos já anunciam nas frases sem conclusão um despreparo e também propagam uma dívida para com seus aliados, os aliados que poderia ser o simples compromisso com o povo. O povo deve escolher quem é o melhor e mais bem preparado. A chance de vitória bate à porta de quem não deve aos aliados, não deve ao povo e está propondo algo histórico para o município.

 

* Escritor Joacir Dal Sotto, autor do livro "Curvas da Verdade" e estudante de filosofia.

 
Publicado por Cris Menegon Sáb, 20 de Agosto de 2016 08:51

O significado comum de democracia é o de que o povo exerce a soberania. Podemos tratar de duas formas uma democracia, a participação direta ou representativa. É evidente que podemos conduzir uma nação através da divisão de tarefas para seus cidadãos. Precisamos é sempre de autonomia local e acima de tudo, de um poder central que interfira o mínimo possível na vida dos cidadãos.

 

Um caso específico de democracia representativa é o Brasil. O problema é que aqui temos uma crise histórica de representatividade. Na composição das células estaduais é visível um sulista valer menos que um nordestino, ou um paulista valer menos que um sulista. Ao sul do mundo não existe uma vontade popular que anseia fazer com que os sulistas possam valer mais que paulistas ou nordestinos, existe uma reinvindicação para a derrubada da constituição brasileira e formação da nação Sul-brasileira.

 

A democracia direta será dificilmente implantada na nação Sul-brasileira, somos 30 milhões de pessoas e o nosso processo não é igual ao modelo da Suíça. O processo de autodeterminação dos sulistas é instalar um regime de democracia participativa, uma confederação municipalista em que cada município seja representado perante uma união que tenha apenas 20 % da fatia total. Alguns questionam a porta separatista que é o movimento "O sul é o meu país", afirmam hipocritamente que o movimento prega o fim da corrupção. O movimento democrático discuti modelos já implantados em países desenvolvidos, tentando ao máximo dificultar ações ilícitas e punir severamente quem prejudica o coletivo, quem sufoca toda ética em nome de aparentes benefícios pessoais.

 

As poucos é possível materializarmos a separação Sul-brasileira. O sucesso da caminhada está nas tantas vitórias separatistas já conquistadas ao longo dos últimos 100 anos. A lógica é que temos um plano, é que temos amor pelo povo Sul-brasileiro e que queremos a nossa emancipação política. Falta um passo para que tenhamos liberdade, falta um passo para que o nosso povo não seja mais explorado por Brasília.

 

* Escritor Joacir Dal Sotto, autor do livro "Curvas da Verdade" e secretário na comissão de Lages (SC) do movimento "O sul é o meu país".

 

 
Publicado por Cris Menegon Qua, 23 de Setembro de 2015 08:26

Nenhuma empresa, nenhuma família, nenhuma organização humana consegue viabilizar-se e perpetuar-se sem controle de suas contas – especialmente receitas, despesas, investimentos etc. No Brasil contemporâneo, depois de décadas , o Congresso Nacional aprovou e entrou em vigência no dia 5 de maio de 2000 a Lei Complementar 101/2000, conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

 

Esse amplo, racional e rigoroso conjunto de normas assinalou uma nova era na Administração pública brasileira. A responsabilidade na gestão fiscal dos recursos públicos passou a ser um valor essencial, um compromisso permanente cujo descumprimento passou a constituir-se em infração tipificada, com a correspondente definição das penalidades.

 

A partir de então, os agentes públicos passaram a fazer aquilo que todo empresário, trabalhador, chefe de família, profissional ou estudante sempre fez: aplicar o dinheiro com sensatez, não gastar mais que o necessário e o disponível. Exigiu-se que o gestor público, por meio de ação planejada e transparente, fizesse a prevenção de riscos e corrigisse os desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas.

 

Os gestores públicos desprezam um decálogo que todo cidadão que paga imposto, vive de seu próprio esforço e sofre com a má gestão pública aplica, mas, que precisa ser lembrado a cada dia aos governantes. São os "mandamentos da responsabilidade": não terás crédito orçamentário com finalidade imprecisa nem dotação ilimitada; não farás investimento que não conste no plano plurianual; não criarás nem aumentarás despesas sem que haja recursos para seu custeio; não deixarás de prever e arrecadar os tributos de tua competência; não aumentarás despesas com pessoal nos últimos seis meses do teu mandato; não aumentarás a despesa com a seguridade social sem que a sua fonte de custeio esteja assegurada; não utilizarás recursos recebidos por transferência para finalidade diversa da que foi pactuada; não assumirás obrigação para com seus fornecedores, para pagamento, a posteriori, de bens e serviços; não realizarás operação de antecipação da receita orçamentária, sem que tenhas liquidado a anterior e não utilizarás receita proveniente de alienação de bens para o financiamento de despesas correntes.

 

Essas perorações assomam nesse cenário quando, a presidente da República, muda a LRF e envia ao Congresso a proposta orçamentária com R$ 30 bilhões de déficit, ou seja, com a previsão de que faltará dinheiro para cobrir adequadamente as contas. Isso equivale a uma confissão de má gestão: gastou-se mais do que estava autorizado, gastou-se mais do que havia em caixa, gastou-se desbragadamente para assegurar uma reeleição que feriu a economia brasileira. Cortar despesas, fechar Ministérios e outras estruturas caras e ineficientes, reduzir cargos, benefícios e salários, implantar programas de avaliação de qualidade e produtividade, nem pensar! Esse retrocesso custa e custará caro à sociedade brasileira.

 

POR: MARCOS ANTONIO ZORDAN - Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC)

MB Comunicação Empresarial/Organizacional


Atualizado em Qua, 23 de Setembro de 2015 08:35
 
Publicado por Cris Menegon Sáb, 23 de Maio de 2015 11:56

Lembram-se dos "falcões, os meninos do tráfico"? Pois é, eles se armaram de facas e desceram dos morros, e agora roubam e esfaqueiam pessoas aqui embaixo, porque lá em cima não tem mais vagas. É isto aí, não tem mais vaga para trabalhar com os traficantes.

 

Minha "filosofia" superficial de escritório já me permite concluir algumas coisas: só existe o passado, o presente e o futuro não existem! Nosso país, nossas autoridades e nossos governantes, quase todos medíocres, precisam encontrar algum pingo de interesse e de sensibilidade, e precisam se indignar com a violação dos direitos de nossas crianças e adolescentes, alvos de leis avançadas, mas injustamente não aplicadas.


Não estou defendendo adolescente infrator nenhum, muito pelo contrário. Tem que ser punido mesmo! Só estou dizendo que em nosso país só o passado existe, e ele está dentro de nós agora um pouco pior. O futuro nunca chega! Prometem, prometem, prometem, e nada acontece. Depois que passou o filme / documentário / realidade "falcões, meninos do tráfico", em 2007 salvo engano, esperávamos que o mesmo daria ensejo a estudos sérios dos direitos humanos fundamentais, e à implementação de políticas e projetos sociais também sérios voltados para a proteção integral das crianças e dos adolescentes, como manda a Constituição Federal. Mas nada aconteceu!


E é justamente o que vai ocorrer agora: tudo o que vai restar, depois da passeata do domingo na Lagoa, será uma indignação momentânea e passageira que não vai tirar o sono de ninguém, muito menos vai preocupar a grande maioria. Mas, sabem qual é a grande ironia? Nós continuaremos sendo as vítimas dos futuros "Falcões", agora armados de facas, como já somos há muito tempo. Seremos eu, o senhor leitor, nossos amigos, nossos filhos e nossos netos diante de crianças e facas.


O nosso Estado é um balão pronto para estourar, e nós precisamos descobrir com urgência o ponto exato que antecede a sua ruptura, porquanto não dá mais para suportar tanta miséria, tanta indiferença e tanta degradação. Obras "olímpicas" nós temos aos montes, mas educação, saúde e dignidade minguam em cada esquina. Não podemos mais suportar nosso sistema de saúde em frangalhos, nossa educação aviltada, e nossa esperança amputada: não há prótese para nada disto! A dignidade de todos os seres humanos, em nosso Estado, não passa de letra morta da Constituição Federal, e às vezes me parece que nossas autoridades estão esperando chegar até o limite em que podem ir, para só então partir em seus helicópteros. Será quando elas descobrirem, tarde demais, que deixaram tudo chegar longe demais! Nosso Estado, senhores, há muito tempo decidiu participar do banquete supremo da civilização: o da decadência.

[
Educação senhores! É a palavra, é a solução. Educar as massas, levá-las para o território educacional, aquilo que Norberto Bobbio tão em apregoava, quando falava da promessa maior não cumprida pela democracia: a educação para a cidadania. Pela educação, dizia o filósofo, indivíduos passivos tornam-se cidadãos ativos, afastando o perigo de se transformarem em ovelhas dedicadas tão somente a pastar o capim, e não a reclamar quando o capim é escasso. Ou damos um jeito de colocar estas crianças e adolescentes nas escolas, ou vamos morrer cada vez mais nas mãos deles. Temos que ensinar a eles o que existe de melhor, antes que eles nos mostrem o que estão aprendendo de pior. Não acredito nas autoridades de meu Estado, mas a minha esperança tem que ser a última a morrer! Não quero um dia ser um a ficar diante de crianças e facas.

 

O autor é Conselheiro da OAB/RJ,
e Presidente das Comissões de Políticas sobre Drogas
da OAB/RJ e da OAB/Barra da Tijuca.

 

WANDERLEY REBELLO FILHO
ADVOGADO CRIMINALISTA NO RJ


Atualizado em Sáb, 23 de Maio de 2015 12:00
 
Publicado por Cris Menegon Ter, 17 de Março de 2015 08:32

O reflorestamento permite recuperar os solos agricultáveis, recompor a cobertura vegetal permanente, aumentar a renda dos produtores e desacelerar o êxodo rural em uma bem-sucedida ação econômico-ambiental sintonizada com a atualidade do agronegócio brasileiro. Nas propriedades onde adotou-se o reflorestamento, eliminou-se a erosão hídrica dos solos, evitando-se uma perda média de até 1 tonelada/ano por hectare de solo fértil e, por extensão, o empobrecimento dos solos e o assoreamento dos rios.

 


Nesse aspecto, os programas de reflorestamento que as cooperativas, as agroindústrias e o governo promovem ganha expressão vital em face da vocação dos solos do Oeste catarinense: apenas 31,3% são terras nobres; 25,7% tem aptidão restrita; 41,5% são terras inaptas e 1,5% são cidades, rios e estradas. Ou seja: a maior parte dos solos deveria ser ocupada com culturas permanentes, como a fruticultura, a erva mate e o reflorestamento; e não com culturas anuais, como milho, soja, feijão.

 


Santa Catarina possui a mais alta produtividade florestal do mundo: em nenhum outro lugar do planeta as árvores crescem com tanta rapidez e robustez como em solo barriga-verde. Por isso, precisamos potencializar o florestamento e o reflorestamento como importantes instrumentos para a promoção do desenvolvimento rural.

 


Em todos os continentes, a atividade florestal é universalmente conhecida como grande geradora de riquezas econômicas a partir da produção de madeira formada pelo aproveitamento de fatores do meio, especialmente umidade e calor, com amplas possibilidades de agregação de valor, na produção industrial.

 

Os melhores resultados estão sendo obtidos com o consórcio agrossilvipastoril, que permite explorar atividades agrícolas, florestais e pecuárias com excelentes resultados econômicos e ambientais. São sistemas de uso da terra e dos recursos naturais que combinam a utilização de espécies florestais, agrícolas e a criação de animais (corte, leite, ovinos, eqüinos e caprinos) numa mesma área, de maneira simultânea ou escalonada. Além da preservação ambiental, proporciona aumento de produtividade devido a fatores interligados do sistema, como mais sombra e maior conforto animal.

 


O reflorestamento gera, também, oportunidade de trabalho e renda na propriedade e no meio rural, exigindo baixos investimentos na cadeia produtiva florestal; restabelece e protege o equilíbrio ambiental beneficiando o solo, a água, a flora, a fauna e o clima.


Valer-se dessa vantagem comparativa em relação aos demais produtos florestais passa a ser estratégico para as necessidades de reconversão de atividades agrícolas. Nesse sentido, a criação do zoneamento agroclimático, alavancamento da pesquisa científica e fortalecimento dos órgãos de assistência técnica é o caminho para o qual SC está vocacionada.

 

 

Por: MARCOS ANTÔNIO ZORDAN
Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC)

 
Publicado por Cris Menegon Sáb, 14 de Fevereiro de 2015 07:28

Crimes contra a vida humana, o patrimônio privado, a liberdade e a saúde pública aumentam nas comunidades rurais catarinenses. São delitos praticados por facínoras contra famílias de trabalhadores, produtores e empresários do setor primário. Neutralizar a ação desses bandidos não é fácil em razão da vastidão das áreas rurais para as quais se reivindica um programa emergencial de segurança.


Em face da complexidade do problema, apresenta-se como viável uma inusitada e original proposta ventilada pelo deputado Valdir Colatto: dar à Polícia Ambiental a missão adicional de reprimir a criminalidade e investigar bandidos e organizações criminosas que agem no campo. A Polícia Ambiental, braço da Polícia Militar de Santa Catarina, mantém equipes volantes que percorrem as regiões agrícolas para combater crimes ambientais com excelente estrutura, equipamento e armamento. Esses mesmos agentes poderiam desenvolver ações de inteligência policial e repressão à criminalidade.


A PM Ambiental é a força policial de maior presença no campo, onde famílias rurais estão sendo atacadas de dia e de noite por bandidos que agem em dupla ou em bando, roubam valores financeiros, máquinas, gado, insumos agrícolas e equipamentos. Ao lado das incertezas do mercado e das agruras das atividades agrícolas, pastoris e extrativas, a violência tornou-se o novo flagelo das famílias rurais. Esse problema está anulando uma série de conquistas da sociedade rural, como a eletrificação, o desenvolvimento das pequenas cidades do interior, construção de estradas, educação e saúde, comunicação e instalação de agroindústrias, a tecnologia, os programas sociais dos governos estaduais e federais que contribuíram para a fixação do homem no campo e diminuição dos movimentos migratórios.


Óbvio que serão necessárias operações clássicas de combate ao crime na ampla malha de estradas vicinais com patrulhas rurais, fazendo bloqueios e abordagens, sempre com alternância de localidades. O emprego de inteligência policial e a intervenção articulada entre as Polícias Civil e Militar e Vigilância Sanitária proporcionarão resultados mais efetivos no combate a todo o leque de crimes.


A criação de um grupo de trabalho com a participação de entidades ligadas ao setor produtivo será uma das sugestões que a Faesc apresentará ao governador, na elaboração de políticas de enfrentamento à violência no campo. Outra proposta será a edição de uma cartilha com orientações de segurança na zona rural para distribuição aos produtores rurais.

José Zeferino Pedrozo
Presidente da FAESC – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC

 
Publicado por Cris Menegon Sex, 19 de Dezembro de 2014 06:59

Durante os sete dias em que a mostra SCMC Transcultural ficou aberta para visitação no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis (SC), assistimos diversas reações de encantamento com o trabalho desenvolvido por alunos, empresas e universidades de moda e design do nosso estado. Mas duas, especialmente, nos chamaram a atenção.

 

A primeira foi dos turistas de fora de Santa Catarina – e até mesmo de outros países – que visitaram o espaço. Com vários sotaques e maneiras de se expressar, ouvimos comentários do tipo "só em Florianópolis mesmo para vermos esse tipo de coisa" ou então "não sabia que Hering, Dudalina, Altenburg, Karsten, Audaces, Círculo e tantas outras empresas gigantes eram daqui". Também nos orgulhou muito feedbacks como "essa mostra poderia estar em qualquer lugar do mundo".

 

Esse olhar de fora, de quem não vive Santa Catarina e os seus negócios todos os dias, fortalece uma imagem que o movimento há nove anos defende: precisamos de um olhar com mais confiança e autoestima.

 

E é exatamente esta a segunda reação que mais nos chamou a atenção na mostra. Catarinenses – em grupos ou mesmo sozinhos – comentavam entre si: "será que foi mesmo criado aqui?" ou, então, "nunca imaginei que veria isso em Santa Catarina". Comentários exatamente opostos aos turistas que conheciam o nosso estado.

 

Com a mostra aberta ao público, entendemos que a questão da autoestima catarinense está diretamente ligada à descrença que o morador local deposita no que é feito na sua região. Nossa colonização europeia deixou por aqui a herança do perfeccionismo e do trabalho bem feito, mas, para o bem da nossa economia e da nossa gente, precisamos olhar com mais encantamento para o que é feito aqui.

 

Estarmos preparados para melhorar e com os olhos sempre atentos para onde podemos evoluir é tão importante quanto nos orgulharmos de ser quem somos.

 

Torcemos para que, cada vez mais, os catarinenses percebam que a inspiração para uma belíssima obra de arte, uma peça de design, uma fotografia encantadora, um produto ou tecnologia inovadora pode estar bem ao lado dele. Porque, afinal de contas, podemos não admitir, mas estamos num país maravilhoso e num estado único, criativo e verdadeiramente apaixonante.

 

Por Claudio Grando
Presidente do Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC)

Melz Assessoria de Imprensa

 
Publicado por Cris Menegon Qua, 23 de Abril de 2014 17:07

Tem algumas reportagens , em alguns veículos nacionais que dá até nojo de entrar e ler. Uma babaquice, uma falta de ética. Bom nem entro mesmo para não acabar com o meu dia, é tanto engodo e mentiras que, para quem tem uma cabecinha fraca e acredita em papai noel se deixa levar.

 

Entrei nesse momento porque um amigo me pediu para olhar uma reportagem, mas toda destorcida e de mau gosto, com uma tremenda falta de respeito com profissionais que estão no mercado a anos.....Eita Brasil, do que tudo pode, terra em que políticos que deveriam tomar a frente dos erros e tentar acertar, insistem em dizer que não viram nada, fazendo o Brasil se afundar cada vez mais na ignorância, um pais que gasta milhões, bilhões de dólares com obras em outros países, e por aqui escolas caindo aos pedaços, a saúde nem se fala, e não venham me dizer que isso é erro do estados e municípios, pois eles recebem verbas federais, ou dinheiro cai do céu agora?

 

Discursinho pronto o brasileiro já está farto, quero ver ações, ações nas escolas, ações na saúde, ações nas universidades, ações na geração de emprego, Pensem POVO BRASILEIRO, VC ESTÁ CONTENTE COM QUE ESTÁ VENDO POR AÍ, ESSE É O BRASIL QUE VC SONHOU PARA SEUS FILHOS, ESTÃO ACABANDO COM TUDO QUE É NOSSO, QUANDO NÃO LEVAM NOSSO DINHEIRO PARA CONSTRUIR PONTES EM PAÍSES QUE NUNCA NOS DARÃO UM CENTAVO DE VOLTA.

 

E seu filho precisando de medico, precisando de educação, de um futuro. Que futuro? Ou vc acha q essa gente não quer implantar o comunismo no país. Pede para eles explicarem o comunismo, vão dizer que é um paraíso, o mesmo que não deixa vc ter nada, ser nada, alheais vc vira escravo. Pensando bem, já estamos vivendo uma especie de comunismo.

 

Se comunismo fosse bom, eles estariam morando em CUBA, fácil é só se mudarem. Não deixem nosso Brasil virar um comunismo, isso vc só vai conseguir com o poder que vc ainda tem o VOTO.... é meus amigos vc tb ainda tem esse poder, desfrute dele sabiamente, pois não saberemos até quando teremos esse direito.

 

Seremos calados, alvejados, se não tomarmos uma atitude....E vc vai ficar parado e não vai fazer nada pelo futuro desse país?

cala-a-boca


Atualizado em Qua, 23 de Abril de 2014 17:19
 
Publicado por Cris Menegon Qui, 17 de Outubro de 2013 09:13

Difícil responder? Os mais céticos diriam que a função da escola é ensinar e a função dos pais é educar... Será? Na semana do dia do professor é pertinente escrever sobre as responsabilidades e a arte de educar.

 

Sou mãe de três filhos e dois deles já bem grandinhos e concordo quando se diz que, a função dos pais é educar, mas, a escola também é ambiente para educação comportamental. Ensinei meus filhos a respeitar professor, mostrei que, dentro da sala de aula a autoridade máxima é o professor, e se eu fosse chamada na escola, porque um deles desrespeitou as regras, o castigo e os safanões entravam em ação. Sou contra a violência, mas educar filho sem umas palmadas isso não existe (mas esse será outro tema).

 

No meu tempo de escola, bastava um olhar e pronto, eu já ficava em alerta e me perguntava "o que eu fiz de errado" e posso jurar que em todas às vezes mereci os castigos e as olhares atravessados dos mestres professores. E vejam bem, quando digo castigo, leia-se, ficar sem recreio ou escrever 100 vezes no quadro negro (que era verde) "Vou me comportar", hoje em dia diriam que é humilhação. Hora bolas, hoje tenho 41 anos e não morri por isso, e muito menos me afetou, pelo contrário, aprendi a respeitar os mais velhos e a ter limites e passo isso para a próxima geração.

 

A realidade que hoje tiraram o poder do professor de educar, restam poucos que tentam ensinar regras de educação, e correm o risco de serem processados, por dizer NÃO, ou ainda por mostrar a maneira correta de agir. Muitos professores preferem lavar as mãos e dizer que os alunos são mal educados e que a educação vem de casa.

 

Por outro lado, os pais estão omissos, entregam seus filhos as escolas, querendo que a escola faça a função deles, muitos não tem tempo para os filhos, esquecem que estão criando futuros pais e mães de família, fazendo assim um círculo vicioso.

 

Meus amigos, papais, mamães e professores, a educação é fundamental para a transformação de uma nação, os países que não valorizam a ética, o trabalho e a educação em geral, apresentam economia frágil, os rendimentos são inferiores, refletindo em todo seguimento, como habitação, saúde, qualidade e expectativa de vida. Isso tudo é o tão chamado efeito dominó, se cada um não fizer a sua parte, pronto, o tal sistema não funciona.

 

Não basta apontar os problemas, cada um precisa fazer sua parte na educação, precisamos ter no futuro pessoas com atitude, porém com caráter e não uma geração de imbecis sem limites.

Cris Menegon

banner educacao

 


Atualizado em Qui, 17 de Outubro de 2013 09:18
 
Publicado por Cris Menegon Sáb, 08 de Junho de 2013 09:08

A globalização dos mercados e o desenvolvimento do comércio eletrônico são responsáveis, de alguma maneira, pela fragilização dos Estados, que têm se tornado cada vez mais ineficientes na condução de suas respectivas economias, prejudicando sensivelmente a tutela e proteção dos investimentos privados.

Não sem razão, nas mais variadas rodas de comerciantes e industriais algumas críticas se repetem: é difícil ser empresário no Brasil; não há limite ao risco para a proteção dos investimentos em nosso país; o Estado que deveria ajudar muitas vezes atrapalha, exigindo uma infinidade de deveres e formalizações instrumentais que aumentam custos e dificultam o ambiente negocial; os contratos não são cumpridos e o sistema parece privilegiar o mau pagador; o Estado e poder judiciário se intrometem demais nos negócios privados.

Como, enfim, corrigir estas disfunções utilizando o ferramental disponível pela administração pública, que não é mínimo, mas na maioria das vezes apenas incapaz de governar e aplicar o direito?

Talvez a solução passe pela simplificação de muitos procedimentos. O voto eletrônico, o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), a Nota Fiscal eletrônica e o Portal do Micro Empreendedor Individual são exemplos de que o Brasil ensina ao mundo o bom uso das tecnologias da informação. Porque não utilizar desta experiência para tornar mais céleres os atos de registro mercantil? Por que não regulamentar de uma vez o comércio eletrônico e com isso estimular novas rotas comerciais?

Estes são os desafios do Código Comercial. Importante lembrar que isso não deve ocorrer em benefício exclusivo dos empresários. As empresas unem o econômico e o social e são as responsáveis pela sustentação da empregabilidade nacional, geram receitas tributárias e contribuem, à sua maneira, para a produção e o comércio dos bens e serviços que utilizamos diariamente.

Felipe Lückmann Fabro é advogado, membro da Comissão de Juristas da Câmara de Deputados e do Senado Federal que trabalha na redação de um novo Código Comercial para o Brasil e sócio da Gasparino, Fabro, Lebarbenchon, Roman, Sachet e Marchiori Sociedade de Advogados.

0nm

 
Início
Anterior
1
Página 1 de 9

Vídeo em Destaque

Programa Mais Atitude - Resort Águas de Palmas - Governador Celso Ramos/SC
Publicidade

banner 320x300px

 

 banner 2018 univest 320x300 

anucio1

TELALAGES

caes1

BANNERkOCHcris