A “Novela” do HTR de Lages

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Quem diria que 3 meses depois das eleições Lages estaria lutando contra fechamento da ala 5 do Hospital Tereza Ramos.

O povo teve que pedir ajuda para a deputada federal Carmen Zanotto intervir e entender o que está acontecendo, já que a imprensa de Lages não consegue conversar com nenhum representante que não seja por Florianópolis.

Deputada Carmen

A Deputada Federal Carmen Zanotto na manhã desta segunda- feira (25) se reuniu com a Diretora do Hospital e Maternidade Tereza Ramos, Andréia Maria Berto (Paulista), o gerente administrativo Joel da Silva e a gerente de enfermagem Mauíra Rosa de Oliveira para buscar informações sobre o fechamento de unidades e a redução de leitos para internamento.

De acordo com a direção hospitalar não houve e não haverá redução de leitos. O remanejamento está acontecendo para otimizar os recursos humanos, colocando dois leitos em quartos que tinham apenas um. Os andares também irão abrigar pacientes de clínica médica e cirúrgica em quartos mistos para garantir que não tenha sobra de leitos.

A diretora ainda salientou que para manter aberto o 5ª andar e a ampliação de leitos são necessários no mínimo de 24 técnicos de enfermagem e três enfermeiros com hora plantão. “Na sexta-feira irei me reunir com o Secretário de Estado de Saúde, Helton de Souza Zeferino para reforçar o pedido de contratação. Para Lages e região é muito importante que todos os leitos estejam à disposição dos pacientes que precisam de internamento. Vamos buscar uma saída para amenizar a espera na emergência e no Pronto Atendimento por falta de vagas”, destaca Carmen.

Na reunião também foi tratado dos equipamentos que estão sendo adquiridos pelo Estado por meio de emendas, assim como as cirurgias de reconstrução de mamas. O assunto será aprofundado em outra reunião.

Vídeo

Na verdade, circulou na imprensa ontem (25) um vídeo da Ala 5 do HTR fechado, com vários leitos vazios, indo na contramão do que foi dito para a deputada Carmen.

Eu como jornalista entendo redução de custos, mas a deficiência de 24  técnicos de enfermagem foi notado somente esse ano? E ela funcionou como até então?

O povo está esperando uma solução concreta e estaremos de olho. A ala voltou a funcionar, então veremos até quando.

Outra pergunta é para que ir buscar tão longe em São Paulo uma diretora que nem entende o que nossa região necessita?

Alguns funcionários também estão reclamando que será cortado algumas refeições deles e dos acompanhantes.

Redução de custos não pode ser interpretado como falta de consideração e deixar que o povo se lasque.

Eu como toda a imprensa estaremos de olho.

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