Berneck a todo o vapor

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Desde a manhã de segunda-feira (26 de agosto), praticamente não são desligados os motores dos veículos pesados em movimento no canteiro de obras de instalação da fábrica da empresa Berneck S.A. Painéis e Serrados, à margem da BR-116, próximo à ponte do rio Caveiras, na divisa entre Lages e Capão Alto. São aproximadamente 40 homens e mais 50 máquinas/veículos em atuação intensa. Os serviços estão iniciando concentrados na terraplanagem, sobre a qual serão instaladas as plantas de MDF e de co-geração de energia elétrica.

A movimentação de terra, entre corte e aterro, chega a 1,8 milhões de metros cúbicos, ou seja, são 130 mil cargas de caminhão. O material de escavação fica no próprio local.

O gerente de implantação da Berneck, Silvio Novelli, explica que existem algumas pendências formais do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA/SC) com relação à Licença Ambiental de Instalação (LAI) da planta de serrados, o que deverá ser equacionado nos próximos dias. Para esclarecer, há duas LAIs – uma para o MDF e outra para a serraria, com o intuito de se obter o rápido andamento das obras.

Atraso

Em razão do atraso na emissão da primeira LAI devido a alguns percalços já resolvidos, haverá um atraso no início da operação. A empresa já negociou um novo cronograma com os fornecedores para a entrega de equipamentos, já que não haveria local apropriado para a estocagem dos volumes de máquinas de grande porte em tempo hábil.

Neste momento calcula-se um atraso de quatro meses comparando-se ao previsto anteriormente. Portanto, o começo da produção comercial se dará em abril ou maio de 2021, o que antes estava planejado para janeiro daquele ano.

No ambiente de obras está o gestor de contrato da empresa Dalba Engenharia, de Guarapuava (PR), engenheiro civil, Michel Metz, terceirizada responsável pela execução de terraplanagem, drenagem e pavimentação. As etapas da sequência serão desenvolvidas por empresa vencedora de processo licitatório da Berneck.

Todos os equipamentos têm o tráfego e fluxo dentro do próprio espaço das obras, com exceção de eventual demanda mecânica de manutenção complexa fora. A manutenção primária básica, como troca de óleo e lubrificação, é feita no próprio local.

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