Lages é considerada uma cidade livre de Dengue, mas precisa prevenir

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“Lages é considerada uma cidade livre de infestação pelo Aedes Aegypti, mas precisamos continuar mantendo o cuidado, eliminando de nossas residências ou estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, de quaisquer recipientes que possam servir de acúmulo de água parada, local apropriado para a sobrevivência das larvas do mosquito” – coordenador Márcio Rodrigues

Em Lages, os agentes de vigilância e prevenção à Dengue, doença provocada pelo mosquito Aedes Aegypti, não pararam em nenhum momento na pandemia do novo Coronavírus. Eles prosseguem com trabalho normal de verificação e monitoramento periódico das 600 armadilhas instaladas na região urbana de Lages.

A equipe que realiza este trabalho é vinculada à Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, sendo formada por 12 servidores públicos, sendo 10 agentes, um coordenador e um supervisor. Cada um dos vigilantes é responsável pelo monitoramento de determinado número de armadilhas. “A vistoria das armadilhas é feita toda a semana e nos pontos considerados estratégicos, tais como em borracharias, depósitos de sucatas, cemitérios, floriculturas, faz-se a verificação num período de duas semanas”, relata o coordenador de equipe, Márcio Rodrigues.

Desde que existe o serviço de vigilância e combate à Dengue, já há duas décadas, foram encontrados em Lages, segundo informação de Márcio Rodrigues, 19 focos do Aedes Aegypti, porém nenhum desses focos chegou a se propagar ou a criar o mosquito. “Constatada existência de um foco é feito o monitoramento, casa por casa, num raio de 300 metros, para verificação da existência e a eliminação de recipientes que possam acumular água parada, evitando-se desta forma os locais apropriados para a sobrevivência do mosquito”, explica Rodrigues.

 

 

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