Isolamento domiciliar de pacientes sintomáticos é necessário para diminuir a propagação do vírus

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O isolamento domiciliar de pacientes sintomáticos é necessário para diminuir a propagação do vírus. Deve ser cumprido na sua integralidade, em que o paciente e seus familiares não podem sair da sua residência durante este período, e tomar algumas medidas de higiene e controle internos. Para o paciente que necessita de internação hospitalar em enfermaria, o tempo médio de isolamento tem sido de três e cinco dias. Se for para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), este tempo geralmente passa a ser de sete a dez dias. Os medicamentos administrados vão depender de cada quadro, de forma individualizada.

A Central de Monitoramento está responsável pelo acompanhamento telefônico dos pacientes, por uma equipe médica, verificando a evolução junto ao paciente, suas necessidades e caso de reavaliação. Pode ser orientado o seu retorno ao Centro de Triagem ou à Unidade Básica de Saúde (UBS), conforme a situação.

Sobre os riscos de reinfecção, “estudos demonstram que, como ocorre em todas as doenças virais, o paciente de Coronavírus desenvolve uma memória imunológica, estando, assim, protegido de outras infecções pelo mesmo vírus, detalha o diretor técnico do Centro de Triagem para a Covid-19, Leonardo Coelho.

As atitudes simples do dia a dia e extremamente eficazes, já ensinadas e apreendidas pela população, devem ser mantidas e por que não, intensificadas? Lavar bem as mãos com água e sabão, na falta uso do álcool gel, utilizar máscaras de proteção facial, cumprir o distanciamento social e reforçar o sistema imunológico com hidratação e boa alimentação. Crianças abaixo de dois anos de idade não devem utilizar máscara porque a salivação intensa, as vias aéreas de pequeno calibre e a imaturidade motora elevam o risco de sufocação.

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