Diretoria de Vigilância Epidemiológica alerta para necessidade de vacinação da febre amarela

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Já em nota publicada no dia 10 de março, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE estadual) informava que mais 17 mortes de macacos haviam sido confirmadas, naquele dia, por febre amarela em Santa Catarina. “Os registros ocorreram nos municípios de São Martinho (1), Campo Belo do Sul (10), São José do Cerrito (5) e Lages (1). No total, o estado já contabiliza 56 mortes de macacos pela doença ao longo destes três primeiros meses de 2021”, diz a nota da DIVE.

A preocupação com a morte de macacos é devida ao fato de que “estes animais vivem no mesmo ambiente que os mosquitos transmissores da doença (Haemagogus e Sabethes) e “por isso, esses animais são as primeiras vítimas da doença”.

Portanto, a morte de macacos, nas matas, “sinaliza por onde o vírus está circulando” e “portanto, é tão importante que a população comunique à Secretaria Municipal de Saúde quando um macaco morto ou doente é encontrado”.

A vacina é a melhor maneira de prevenir a febre amarela. Todos os moradores, a partir dos nove meses de idade devem ser vacinados contra a doença. Em Lages, a vacina pode ser feita com agendamento prévio feito na Secretaria Municipal da Saúde ou nas Unidades Básicas de Saúde (postinhos).

“A febre amarela é doença infecciosa febril aguda. Os principais sintomas são: início abrupto de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas e no corpo, náuseas e vômitos, fraqueza e cansaço, dor abdominal e icterícia (pele amarelada). Ao

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