Indicação geográfica: Em 2022 produtores dos vinhos de altitude poderão solicitar o selo

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A partir de 2022, os produtores dos vinhos de altitude poderão solicitar o selo.
Pesquisas desenvolvidas por diferentes instituições comprovaram o potencial das regiões de altitude de Santa Catarina para a produção de vinhos finos, agora comprovados pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).  O anúncio oficial da concessão selo ocorreu no dia 29 de junho.

Quem recebe o selo

Recebem o selo, os vinhos finos, vinhos nobres, vinhos licorosos, espumante natural e vinho moscatel, e o brandy de Santa Catarina. Vinhos com intensa coloração, definição aromática e equilíbrio gustativo, características reconhecidas pelo mercado consumidor.
Atualmente, o estado produz mais de 1 milhão de garrafas/ano, em cerca de 300 hectares de vinhedos cultivados a pelo menos 900 metros acima do nível do mar.  O Vale do Contestado e a Serra são as duas grandes regiões produtoras. São 22 vinícolas associadas, e mais de 80 viticultores, que produzem os vinhos de uvas viníferas, que fazem parte do território delimitado.

Localização e regras

O selo do INPI reconhece os Vinhos de Altitude produzidos em área delimitada, que engloba municípios como Rancho Queimado, Anitápolis, Alfredo Wagner, Bom Retiro, Urubici, Bom Jardim da Serra, São Joaquim, Urupema, Painel, Lages, Capão Alto, Campo Belo do Sul, São José do Cerrito, Vargem, Brunópolis, Campos Novos, Curitibanos, Frei Rogério, Monte Carlo, Tangará, Fraiburgo, Pinheiro Preto, Videira, Rio das Antas, Iomerê, Arroio Trinta, Santo Veloso, Treze Tílias, Macieira, Caçador, Vargem Bonita e Água Doce.
Entre as regras para o uso do selo estão a produtividade máxima de 7.000 litros de vinho por hectare, elaboração do produto dentro da demarcação, indicação de safra contendo no mínimo 85% de vinho do ano mencionado e aprovação do produto em avaliação sensorial às cegas.
Informações Catarinas Comunicação
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