Mais da metade dos trabalhadores do Sul não possui nenhum auxílio de saúde

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Uma pesquisa realizada em junho pela Ticket, marca de benefícios de refeição e alimentação da Edenred, com mais de 1.500 trabalhadores, revelou que 56% dos participantes da região Sul não possui nenhum auxílio voltado à saúde. Em levantamento realizado pela marca no ano passado, esse índice era de 30%, ou seja, o número de trabalhadores sem auxílios nesta área quase dobrou, registrando um aumento de 26 pontos percentuais.

Entre os demais respondentes da nova pesquisa, 8% possuem plano de saúde totalmente custeado pela empresa, outros 15% têm um plano parcialmente pago pelo local em que trabalham e 8% possuem planos pagos pela companhia, mas com coparticipação nos serviços utilizados. Por fim, 9% pagam um plano de saúde particular ou são dependentes no plano de um familiar, e 3% não responderam à pergunta.

Quando questionados se possuem pessoas próximas (familiares ou companheiros) que não têm plano ou auxílio de saúde, 50% responderam que sim e, se possível, gostariam de incluí-los em seu próprio plano. Cerca de 30% não conhecem ninguém nessa situação e apenas 16% conhecem, mas não gostariam de incluí-los em seu auxílio saúde.

Frequência de cuidados com a saúde

Quando o assunto é a realização de check-ups de saúde, o índice também piorou: 43% disseram que não realizam ou nunca fizeram a avaliação, percentual 13% maior do que em 2020. Outros 10% dos entrevistados realizam, mas não seguem uma periodicidade específica. Entre os que estão habituados a fazer avaliações de saúde com frequência, 23% afirmaram que vão ao médico anualmente, percentual apenas 1% menor do que o levantamento realizado em 2020.

Outro dado que a pesquisa revelou é que 36% das pessoas não se consultaram com profissionais de saúde desde o início da pandemia, enquanto 56% realizaram consultas presenciais, 1% recorreu à telemedicina e 7% alternaram entre consultas presenciais e virtuais.

Informações: Thais Silva

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