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UNIFACVEST recebe novamente o Selo Instituição Socialmente Responsável da ABMES

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O Centro Universitário Facvest – UNIFACVEST recebeu novamente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) o Selo Instituição Socialmente Responsável, certificação que a instituição recebe desde 2023. O selo foi concedido na 22ª Campanha da Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular e certifica a participação da UNIFACVEST na iniciativa.

A certificação, assinada pelo diretor-presidente da ABMES, José Janguiê Bezerra Diniz, é válida por um ciclo da campanha e pode ser utilizada nos materiais de divulgação da instituição até outubro de 2027. O selo atual traz o período 2025-2026.

Instalada em Lages desde 1998, a UNIFACVEST mantém ações de atendimento direto à comunidade, nas quais os estudantes atuam sob supervisão docente. Entre elas estão o complexo UNIFACVEST Saúde, conveniado ao SUS, com clínicas-escola da área da saúde e acolhimento e encaminhamento apoiados pelo Serviço Social; a Casa da Cidadania, que oferece atendimento jurídico, psicológico, psicopedagógico e de assistência social, inclusive apoio a pessoas idosas e vulneráveis no acesso a serviços digitais; o Hospital Veterinário e um santuário ecológico, onde animais silvestres reabilitados são devolvidos à natureza; e a Pastoral Universitária, de caráter ecumênico, dedicada ao acolhimento, à escuta e ao voluntariado.

“Receber novamente este selo reafirma um princípio que nos orienta desde a fundação: o conhecimento e os títulos acadêmicos só têm razão de ser quando trazem benefícios para a comunidade”, afirma o reitor da UNIFACVEST, Geovani Broering.

O Plano de Desenvolvimento Institucional 2026–2030 da UNIFACVEST incorpora, de forma transversal, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, reafirmando o compromisso da instituição com o desenvolvimento da Serra Catarinense.

Sobre a UNIFACVEST

O Centro Universitário Facvest – UNIFACVEST iniciou suas atividades em 1998, em Lages, na Serra Catarinense. Oferece cursos de graduação e pós-graduação nos formatos presencial, semipresencial e a distância, com conceito máximo (Conceito Institucional 5) no recredenciamento institucional de 2023. Em 2026, teve autorizado o curso de Medicina, avaliado com conceito 5 pelo MEC/INEP, cujas aulas da primeira turma iniciam em 23 de novembro de 2026. Seu lema é “A Universidade da Gente!”.

Prefeitura mantém equipes nas ruas e orienta população a evitar áreas alagadas

A Prefeitura de Lages mantém equipes mobilizadas em diferentes regiões da cidade devido às chuvas intensas e persistentes registradas desde a noite de terça-feira (3 de novembro). Conforme dados do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia (Ciram), da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), o índice de precipitação acumulada já ultrapassou 78 milímetros em um período de pouco mais de 15 horas. A orientação é para que a população evite áreas alagadas e não tente atravessar pontos com acúmulo de água, seja a pé ou com veículos.

Os trabalhos são dirigidos pela Coordenação Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec), com a participação das secretarias municipais e dos órgãos que integram o Grupo de Ações Coordenadas (Grac). As equipes estão nas regiões afetadas com realização de atendimentos, orientação a moradores, entrega de lonas às famílias atingidas, retirada de árvores caídas e execução de outras medidas de suporte e prevenção. Em conjunto com a Diretoria de Trânsito (Diretran) também são realizados o isolamento e a sinalização de vias alagadas, com o objetivo de impedir a circulação de veículos em locais que apresentem riscos à segurança de motoristas e pedestres.

A prefeita Carmen Zanotto destaca que a prioridade neste momento é garantir a segurança da população e manter os serviços de atendimento às ocorrências. “Nossas equipes estão mobilizadas e trabalhando de forma integrada para atender as famílias e agir nos pontos mais afetados pelas chuvas. Pedimos que a população tenha atenção, respeite os bloqueios nas vias e não se exponha a situações de risco. A preservação da vida é nossa prioridade”, orienta.

O secretário executivo da Defesa Civil, Paulo da Silva Ribeiro (Sargento Ribeiro), explica que as equipes seguem em campo acompanhando as condições das áreas atingidas e prestam auxílio à comunidade. “Com o volume elevado de chuva em um curto período é fundamental que as pessoas evitem qualquer deslocamento por locais alagados. Não é possível avaliar com segurança a profundidade da água ou as condições da via. Nossas equipes estão trabalhando nos atendimentos e a população deve acionar os canais oficiais sempre que identificar uma situação de risco”, alerta.

Defesa Civil orienta moradores a não atravessarem áreas alagadas

A Prefeitura de Lages orienta que motoristas e pedestres respeitem os bloqueios e a sinalização realizados pelas equipes da Diretoria de Trânsito (Diretran) e da Defesa Civil. Mesmo em locais onde a água aparenta estar em pequena quantidade, podem existir buracos, correntezas ou outros obstáculos que oferecem riscos.

Moradores de áreas suscetíveis a alagamentos e deslizamentos devem observar possíveis sinais de perigo, como elevação rápida do nível da água, movimentação de terra, inclinação de árvores ou postes de energia elétrica e rachaduras em paredes. Em situações de risco, a recomendação é procurar um local seguro e solicitar atendimento.

A população também deve evitar permanecer próxima de árvores, postes e estruturas que possam apresentar instabilidade em razão do solo encharcado.

Telefones de emergência: Saiba como acionar Defesa Civil e Corpo de Bombeiros

A Prefeitura orienta que a população utilize os canais oficiais de atendimento para comunicar ocorrências e solicitar auxílio das equipes de agentes.

Coordenação Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec):

(49) 3019-7477

(49) 3019-7479

199 – Defesa Civil

(49) 99836-1702 – Plantão 24 horas

Corpo de Bombeiros Militar:

193 – Emergências

Crônica: Então eu sentei e chorei

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Parece cena de filme, mas não é. É a vida real. Há mais de um ano, decidi aceitar o desafio de correr na rua e me apaixonei. Mal sabia eu que o destino diria: “Hei, pera aí, vai não”, ou melhor, que os meus joelhos iriam reclamar.

Comecei a sentir dores, mas acreditei que o desconforto para quem corre era normal, até que, depois dos treinos, os joelhos inchavam a ponto de eu quase não conseguir dobrá-los. Fazer exercícios básicos do dia a dia, como subir escada ou levantar da cadeira, tornou-se quase impossível.

Procurei o médico Dr. Volnei Correia, lá da CliniTrauma. Me indicaram por ser o melhor, e é. Fiz raio-X, ressonância magnética, e o diagnóstico veio: artrose grau 1, condropatia patelofemoral e, de bônus, um cisto de Baker de 8 cm no joelho esquerdo. O Dr. Volnei, muito atencioso, disse que não preciso parar de correr, mas que será em menor volume e minha evolução será bem mais lenta ou seja, quase nada. Passei do pace 8 para o pace 10.

Na verdade, eu corria para cansar o corpo e descansar a mente. Gosto do que a corrida faz comigo, e terei que me adaptar. Tenho alternativas como o ciclismo e a natação, o objetivo é não parar completamente, só irei diminuir o ritmo e praticamente caminhar, trotando 1 km e caminhando 4 km.

Confesso que estou arrasada. Depois desse diagnóstico, calcei meu tênis e fui para o asfalto. Andei no pace 10 por 5 km e, na volta, sentei e chorei. Sim, chorei. Chorei porque fiquei frustrada, chorei porque me senti incapaz. Foi aí que entendi que corrida me mostrou que posso ser forte, mas também me ensinou que a verdadeira força não está em nunca cair, mas em ter a coragem de amarrar o tênis de novo no dia seguinte.

Depois de chorar, entendi que diminuir o pace para 10, trocar o trote pela caminhada firme ou alternar com a bike e a natação não é o fim da linha. É apenas a curva onde uma atleta madura e resiliente aprende a respeitar o próprio corpo sem nunca perder a alma de corredora. As lágrimas lavam a frustração, mas o coração continua batendo no compasso da superação. Então eu levantei, sacodi a poeira e lembrei, o pace pode até mudar, mas a minha vontade de ir longe continua exatamente a mesma, e a minha melhor crônica, com certeza, ainda está sendo escrita no asfalto.