A cientista brasileira Tatiana Sampaio ganhou destaque internacional após liderar uma pesquisa experimental que possibilitou a recuperação parcial de movimentos em seis pacientes paraplégicos.
Desenvolvida na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promete transformar a vida de pessoas com lesões na medula espinhal. O estudo utiliza a proteína polilaminina, criada em laboratório, que já apresentou resultados inéditos em humanos e está em fase de testes clínicos, após experimentos anteriores de sucesso, com fomento da FAPERJ.
A droga experimental, produzida por uma farmacêutica brasileira , é aplicada diretamente na medula espinhal durante procedimento cirúrgico. Ela forma uma espécie de malha que orienta os neurônios a se reconectarem, restabelecendo a comunicação entre as células nervosas e permitindo a recuperação de movimentos.
O que já se observa nos primeiros pacientes abre uma perspectiva inédita: a possibilidade real de que, no futuro, pessoas com lesões de longa data também possam retomar a mobilidade e reconstruir a rotina perdida.





