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Unifacvest recebe autorização para curso de Medicina

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Através da Portaria de Autorização 508 de 29/09/2026, publicada em 30/09/2026, o MEC autorizou o funcionamento do curso de Medicina no Centro Universitário Unifacvest, em Lages

A comunidade acadêmica da instituição está eufórica com a tão sonhada autorização, aguardada há mais de três anos, quando em setembro de 2023 a Unifacvest estava pronta para seu funcionamento.

“O Curso de Medicina da Unifacvest recebeu a Comissão de Avaliação do MEC/INEP presencialmente nos dias 20, 21 e 22 de setembro de 2023, composta por dois médicos que avaliaram três dimensões conforme o instrumento padrão para este procedimento, a saber: Organização Didático Pedagógica, Corpo Docente e Infraestrutura. O Relatório Final já publicado pelos avaliadores no sistema e-MEC e de conhecimento da IES atribuiu ao Curso de Medicina o conceito máximo: 5 (escala de 1 a 5 – em que conceito 3 é satisfatório e conceitos 4/5 são excelentes).

Entre idas e vindas a Brasília, foram exatamente três anos de muitas reuniões, negociações e expectativas de receber a autorização de funcionamento, que ora se concretiza, e que podemos, finalmente, abrir as portas e dar início ao vestibular para Medicina na Unifacvest, destacou o reitor, Prof° Dr. Geovane Broering.

Fonte: MEC/Unifacvest

#MedicinaNaUnifacvest

Crônica: o silêncio ensurdecedor destas eleições

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Sou uma pessoa apaixonada por época de eleições , trabalho há muitos anos e confesso que, este ano, as eleições estão atípicas e silenciosas.

A começar pelos wind banners, não que não sejam necessários, mas desumanizaram a campanha. Aquelas mocinhas que estavam sempre sorrindo e chacoalhando as bandeiras nas esquinas não existem mais, pois os candidatos preferem pagar, em média, R$ 230 reais em um wind banner que dura a campanha inteira, saindo muito mais barato do que contratar pessoas.

Não vejo mais a empolgação que tínhamos, aquela paixão por ter esperança, nem mesmo os candidatos preocupados com os eleitores. Hoje a preocupação é com a Justiça, pois tudo “não pode”, tudo ofende, tudo é contra as novas regras. Sabe aquele “olho no olho” com o eleitor? A Justiça, aos poucos, está retirando dos candidatos. Além disso, há candidato mais preocupado em ferrar o oponente do que em mostrar suas próprias propostas. O eleitor está cansado de baixarias, ele quer ouvir o que o candidato tem a oferecer para mudar sua vida para melhor.

Outra coisa para a qual não podemos fechar os olhos é o posicionamento de alguns candidatos. Santa Catarina é o estado mais conservador e de direita do Brasil, o candidato que ficar em cima do muro não se elege as urnas e os traidores já mostraram isso.

Nunca fui tão procurada para entregar santinhos com a “colinha”, cerca de 80% a mais do que nas últimas eleições. As pessoas sabem o que não querem nos candidatos ou repudiam alguns partidos, mas também não querem perder tempo em meio a tantas fake news e brigas. Preferem confiar no posicionamento político de quem respeitam, a ter que ficar investigando cada candidato. Com isso, o silêncio imperou. Nem parece que estamos a menos de uma semana de uma grande eleição.

Trocaram o calor do abraço e o sorriso na esquina pelo tecido frio dos banners, mas se esqueceram de um detalhe, a democracia não se faz com plástico, se faz com gente. O silêncio das ruas não é desinteresse, é a calmaria que precede a resposta das urnas.

Ônibus Lilás inicia atendimentos em Lages e segue cronograma por bairros e área rural

Os atendimentos do Ônibus Lilás já começaram em Lages. A unidade móvel iniciou a programação na última segunda-feira (28 de setembro), na Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Aline Giovana Schmitt (Caic), no bairro Guarujá, onde permaneceu das 9h às 17h. A programação segue nesta terça-feira (29), das 14h às 17h, no Centro de Atendimento à Pessoa Idosa (CAPI), no bairro Várzea, e será encerrada na quarta-feira (30), das 14h às 17h, no Salto Caveiras, integrando a programação especial do projeto “Lageanas em Ação”.

A iniciativa é realizada em parceria entre a Prefeitura de Lages, por meio da Secretaria de Políticas para a Mulher e para a Pessoa Idosa, e o Governo do Estado. Todos os atendimentos e a organização do espaço, com a programação das atividades, são realizados pela equipe da Secretaria de Políticas para a Mulher e para a Pessoa Idosa.

A Secretaria Municipal da Saúde também participa das atividades, por meio do Centro de Estudos e Assistência à Saúde da Mulher (Ceasm), com orientações relacionadas à saúde feminina e aos serviços disponíveis na rede pública. A Rede Catarina de Proteção à Mulher, programa institucional da Polícia Militar de Santa Catarina, também integra as ações.

“Levar os serviços e as orientações para diferentes regiões do município é uma forma de aproximar as mulheres das informações e dos equipamentos de proteção disponíveis. A Prefeitura participa desta ação para que cada mulher possa encontrar acolhimento, orientação e acesso aos serviços públicos”, afirma a prefeita Carmen Zanotto.

A secretária de Políticas para a Mulher e para a Pessoa Idosa, Suzana Duarte, destaca o trabalho da equipe municipal durante a passagem da unidade pelo município. “A nossa equipe está preparada para realizar os atendimentos, orientar as mulheres e apresentar os serviços que integram a rede de proteção. O Ônibus Lilás também possibilita que essas informações cheguem a diferentes comunidades, inclusive à área rural de Lages”, destaca.

Atendimento itinerante

Projetado para transitar inclusive por áreas rurais, o Ônibus Lilás conta com salas reservadas para garantir um acolhimento privativo, humanizado e discreto às mulheres que desejarem conversar individualmente. A estrutura possibilita a oferta de orientações sobre os direitos das mulheres, informações sobre prevenção e enfrentamento da violência doméstica e divulgação da rede pública de proteção existente no município.

A programação inclui atendimentos individualizados, rodas de conversa, dinâmicas e orientações sobre direitos, prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher. As atividades também estimulam o diálogo e a troca de informações entre as participantes, com espaço para abordar temas relacionados à violência, aos direitos, à prevenção e aos cuidados com a saúde.