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Rebeca receberá R$ 826 mil por desempenho, mas pagará R$ 227 de Imposto

Rebeca Andrade, a atleta brasileira que fez história ao conquistar o maior número de medalhas nas Olimpíadas, será recompensada com uma significativa premiação. Andrade, que brilhou com um ouro individual, duas pratas individuais e um bronze por equipes, receberá um total de R$ 826 mil concedidos pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB).

No entanto, essa quantia não será integralmente destinada à ginasta. Segundo a tabela do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas de 2025 (ano-base 2024), Rebeca deverá desembolsar R$ 227.150 à Receita Federal. A alíquota de 27,5%, que incide sobre os prêmios acima de R$ 55.976,16 no acumulado do ano, reduz o montante líquido da bonificação para R$ 598.850.

O AMOR VENCEU.#TaxaçãoDoAmor

Spray nasal uma nova esperança contra alzheimer

Pesquisadores têm feito progressos significativos na luta contra o Alzheimer. Recentemente, uma inovação chamou atenção: um spray nasal que foca na eliminação da proteína tau, fundamental no desenvolvimento da doença. Até agora, a maioria dos tratamentos tem se concentrado na proteína amiloide; porém, estudos recentes mostram que a tau pode ser igualmente crucial.

Em um cérebro saudável, a proteína tau desempenha um papel vital na sustentação da estrutura dos neurônios. No entanto, no Alzheimer e em outras doenças neurodegenerativas, essas proteínas se acumulam de forma anormal, formando emaranhados que acabam prejudicando a função dos neurônios e levando à perda de memória.

Se o spray nasal se provar eficaz em humanos, ele pode representar um enorme avanço na luta contra o Alzheimer. A opção de um tratamento menos invasivo e com potencial de atingir diretamente as áreas afetadas do cérebro pode melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes.

O desenvolvimento desse spray nasal é um exemplo perfeito do progresso em biotecnologia e medicina. É fascinante pensar em como técnicas avançadas podem mudar completamente o cenário de tratamento de doenças complexas como o Alzheimer.

John Deere: Quando a lacração vira ameaça à marca e aos negócios

Fundada há quase duzentos anos, a companhia americana John Deere é considerada a marca mais valiosa do mundo no ramo de maquinários agrícolas, com ativos que ultrapassam US$ 100 bilhões. No Brasil, lidera a venda de tratores. Nas últimas semanas, contudo, a empresa entrou em crise com consequências imprevisíveis ao ser confrontada por seu apoio declarado a pautas identitárias, em dissonância com o posicionamento mais conservador de seus clientes.

Dentre as políticas promovidas pela John Deere, expostas em vídeo pelo jornalista americano Robby Starbuck, está o financiamento de uma corrida infantil de orgulho gay. A empresa também vinha treinando os funcionários para utilização de pronomes neutros de gênero e estimulava a participação em cursos da ONG United Way. Esses cursos associam racismo ao capitalismo e recomendam livros do tipo “O bebê antirracista” e cartilhas com glossário de termos de igualdade racial.

“Estava prestes a comprar um trator. Acho que terei de procurar outra marca”, reagiu um produtor. “Não vou mais comprar equipamentos da John Deere, eles precisam ser colocados para fora do mercado”, disse outro. “Go woke, go broke” (vire woke, vá à falência), replicaram várias pessoas.

Após ver suas pautas identitárias expostas, e após enxurrada de críticas nas redes sociais, a John Deere recuou. Em comunicado na plataforma X, a empresa disse que procura priorizar políticas internas que estejam estreitamente alinhadas com a estratégia de negócios de atender às necessidades dos clientes. Assim, com base nas “conversações em andamento”, anunciou que não irá mais participar nem apoiar festivais, paradas ou eventos externos envolvendo conscientização social ou cultural. Também irá auditar todos os materiais e políticas de treinamentos para assegurar a ausência desse tipo de mensagens.

Gazeta do Povo